Mulher sorridente com cabelo castanho claro, usando blusa branca e blazer branco, sentada em uma cadeira, apoiando o queixo na mão, em um ambiente de fundo neutro.
Desenho minimalista de uma pessoa com braços abertos e corpo curvado, representando liberdade ou alegria.

Ginecologia

Sempre tive uma certeza desde que iniciei o curso de Medicina: eu queria cuidar de mulheres. 

​Atuando como Ginecologista e Obstetra desde 2015, assumi o compromisso de fornecer atendimento médico especializado e individualizado a mulheres em todas as fases da vida.

Meu cuidado vai da adolescente até a mulher na pós menopausa.

  • Graduação em Medicina pela Faculdade Evangélica do Paraná, CRM 34067.

  • Residência médica em Ginecologia e Obstetrícia na Sociedade Hospitalar Angelina Caron, RQE 23369.

  • Especialista em Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia pela CBR, RQE 27995.

  • Especialista em Medicina Fetal, RQE 28296.

  • Participação na Imersão em Rejuvenescimento Íntimo- Intimate Class.

  • Pós Graduação em Ginecologia Endócrina pela SOGIMA - RJ.

Dra. Catarina Techy

Mulher sorrindo, de cabelo loiro com cachos soltos, usando blazer preto e jeans claros, sentada com a mão no rosto, olhando para o lado.
Mulher de cabelo castanho claro e ondulado, vestindo roupa de lã bege, olhando para o lado, com flores borradas na frente e ao redor, contra parede branca.

Áreas de atuação

Ginecologia Geral

Consultas ginecológicas de rotina, queixas clínicas, planejamento de anticoncepção. Inserção de DIU hormonais e não hormonais e inserção de implante contraceptivo.

Ginecologia Endócrina

Tratamento dos distúrbios hormonais femininos como a Síndrome dos ovários policísticos (SOP), bem como alguns casos de Infertilidade e o período de Climatério e pós Menopausa.

Ginecologia Regenerativa

Tratamentos que englobam a regeneração da região íntima buscam melhorar não somente aparência, mas principalmente a funcionalidade e conforto.

Depoimentos

Minha experiência foi ótima! Adorei a Dra Catarina, fui atendida com atenção e pontualidade, tirou todas as minhas duvidas. O consultório é lindo!
— Veronica M.
Medica muito simpática, atenciosa. Gostei muito, explica bem detalhadamente.
— Silvana Bertolotti Geraci
Muito boa, ótima profissional. Fiz o preventivo e não senti dor alguma, foi sensacional o atendimento da dra.
— Yasmin Nicole
Quatro mulheres de diferentes idades e etnias sorrindo juntas, abraçadas, contra fundo bege.
Mulher sorridente sentada em uma cadeira, usando camisa branca e acessórios dourados, com plantas ao fundo.

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Dúvidas frequentes

  • O ideal é iniciar no começo da puberdade (por volta dos 9–10 anos), quando surgem os primeiros sinais como desenvolvimento mamário ou pelos pubianos, segundo a FEBRASGO. Mesmo sem queixas, a consulta ajuda a orientar sobre higiene, menstruação, vacinação (HPV) e criar vínculo de confiança. Se a menina já menstruou ou iniciou vida sexual, a consulta é ainda mais importante — mas nunca é tarde para começar.

  • Ciclos de 21 a 35 dias, fluxo de 3–7 dias e volume que não impede atividades são normais. Cólica leve é comum, mas dor intensa que exige remédio forte todo mês, sangramento excessivo (troca absorvente a cada 1–2h) ou irregularidade persistente indicam necessidade de investigação (mioma, endometriose, SOP ou tireoide)

  • Depende da idade, estilo de vida, desejo futuro de gravidez e saúde. Opções incluem pílula, DIU (cobre ou hormonal), implante, injeção, adesivo ou camisinha. Discutimos eficácia, efeitos colaterais e preferências para escolher o mais adequado — nada é “o melhor” para todas.

  • Secreção branca/transparente, sem odor forte e sem coceira é fisiológica (varia com o ciclo). Amarelado/esverdeado com mau cheiro, coceira ou ardor sugere vaginose, candidíase ou outra infecção — requer exame e tratamento específico. Não use duchas ou sabonetes íntimos agressivos sem orientação.

  • Para mulheres sem queixas, o recomendado é pelo menos uma vez por ano (check-up anual com exame clínico, preventivo e avaliação geral). Na adolescência, pode ser mais frequente (2x/ano) para construir confiança. Em casos de sintomas, histórico de risco (ex.: endometriose, SOP) ou pós-menopausa, a frequência aumenta — é preciso avaliar sempre individualmente.

  • Não é normal e sempre merece investigação. Pode vir de falta de lubrificação, vaginismo, endometriose, infecções ou tensão muscular pélvica. Muitas melhoram com lubrificantes, fisioterapia pélvica ou tratamento da causa — converse abertamente, é comum e tratável.

  • A menopausa é confirmada retrospectivamente após 12 meses consecutivos sem menstruação, sem outra causa (como gravidez ou medicamentos). Isso geralmente ocorre entre 45 e 55 anos (média ~50–51 anos no Brasil), segundo a FEBRASGO.

    Antes da última menstruação, entra a perimenopausa/climatério, com sinais como:

    • Ciclos irregulares (mais longos, curtos ou ausentes).

    • Ondas de calor (fogachos) e suores noturnos — o sintoma mais comum.

    • Secura vaginal, dor na relação, irritação urinária.

    • Alterações de humor, insônia, fadiga, diminuição da libido ou "névoa mental".

    O diagnóstico é principalmente clínico (baseado em idade + sintomas) na maioria das mulheres >45 anos — exames hormonais (como FSH elevado) são reservados para casos duvidosos, menopausa precoce (<45 anos) ou para excluir outras causas (ex.: tireoide).

    Se os sintomas estiverem intensos, marque uma consulta ginecológica: há opções eficazes para alívio (hidratantes vaginais, terapia hormonal local/sistêmica quando indicada, hábitos saudáveis) e prevenção de riscos como osteoporose.